Você terminou a faculdade e deseja ter uma formação complementar. No entanto, há inúmeras especialidades, e fica difícil de escolher entre tantas opções. Para você ter uma ideia, apenas 7 especialidades concentram 53% dos profissionais. Portanto, que tal procurar por áreas da Medicina com pouca mão de obra?

Além de encontrar um segmento mais tranquilo, atuar em áreas da Medicina com pouca mão de obra dá a oportunidade de suprir pacientes que não encontram tratamento por falta de profissionais qualificados.

Neste post, você vai encontrar 3 áreas médicas com carência de profissionais. Confira:

3 áreas da Medicina com pouca mão de obra

Embora não sejam muito conhecidas, essas áreas médicas precisam de profissionais que possam atender a um público de nicho. Veja:

1.Radioterapia

A Radioterapia é uma subespecialidade da Medicina Oncológica que trata tecidos cutâneos cancerosos. O radioterapeuta, radiologista terapêutico ou radioterapeuta trabalha com a radioterapia, tratamento oncológico que utiliza radiação.

Quando não proporciona a cura, a radioterapia oferece qualidade e mais tempo de vida a pacientes paliativos. Portanto, pode ser ótimo para quem deseja auxiliar pessoas com doenças mais complexas.

Para atuar nesse segmento, o médico precisa ser forte. Além das reações que o próprio tratamento causa, alguns pacientes estão muito debilitados. Porém, é um profissional extremamente necessário em todas as fases do tratamento de câncer.

2. Genética médica

Nessa área, o profissional estuda síndromes e doenças hereditárias ou causadas por mutações genéticas. Ele faz a avaliação clínica, dá o diagnóstico e trata indivíduos e famílias com esse tipo de patologia. Além disso, lida com casais em gravidez de riscos.

Um dos fatores positivos dessa especialidade é que o médico pode dar suporte e consultoria a outras áreas médicas e profissões de saúde. Ele também pesquisa tratamentos com células-tronco

Algumas das patologias estudadas e tratadas pela Genética Médica são:

  • diagnósticos pré-implantacional e pré-natal;
  • doenças neurodegenerativas;
  • esterilidade e infertilidade;
  • problemas neurológicos;
  • fertilização assistida;
  • defeitos congênitos;
  • déficit intelectual;
  • triagem neonatal.
  • câncer.

3. Tricologia

O brasileiro é um povo vaidoso. Se antes homens e mulheres não viam esperança com o aparecimento de calvície e alopecias, hoje a tecnologia veio proporcionar novas oportunidades. É para atender a esse público que a Tricologia aparece.

O tricologista atua na saúde capilar, porque lida diretamente com seu couro cabeludo. Ele examina diretamente a região e também solicita o exame dermatoscópico do cabelo (tricoscopia). Embora cabeleireiros também usem um microscópio para mostrar ao cliente a situação do fio, apenas o médico tem autoridade para dizer o que realmente está acontecendo.

O tratamento do couro cabeludo é baseado no diagnóstico dado pelo médico.