A Cirurgia Dermatológica Estética é uma das vertentes mais interessantes da Dermatologia. Nela, o profissional lida com diversos procedimentos cutâneos, que vão da Estética à Oncologia. As cirurgias, em sua maioria, são minimamente invasivas, proporcionando mais conforto para os pacientes.

Mesmo com tantas vantagens, é normal que você se pergunte se a Cirurgia Dermatológica é realmente uma área promissora. Afinal, é a sua carreira que está em jogo, não é verdade?

No entanto, assim com a área-mãe Dermatologia, a Cirurgia Dermatológica tem muito o que oferecer e, melhor ainda, um público que realmente precisa dessa categoria médica. Neste post, você vai saber mais sobre o assunto. Confira!

Por que a Cirurgia Dermatológica é uma área promissora?

Veja por que a Cirurgia Dermatológica tem muito a oferecer por sua carreira:

A Cirurgia Dermatológica trabalha com Estética

O Brasil é um país vaidoso. Mesmo no meio da crise econômica, o mercado de beleza continua em expensão, chegando a ser o quarto maior do mundo. A paixão pelos cosméticos é tanta que a brasileira gasta 11 vezes mais com produtos de beleza do que a inglesa.

No entanto, nem todos querem passar por cirurgias plásticas. Procedimentos como botox e preenchimento, que são reversíveis e minimamente invasivos, têm feito a cabeça do público brasileiro.

O número de mulheres com menos de 30 anos recorrendo à toxina botulínica cresceu exponencialmente nos últimos tempos. Isso porque o público feminino não está só interessado em diminuir as marcas de expressão, mas em prevenir seu aparecimento.

Além do mais, um estudo da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP) afirma que a procura por procedimentos estéticos não cirúrgicos aumentou 390% entre 2014 e 2016.

A Cirurgia Dermatológica trabalha com Oncologia

Se você não está tão interessado na parte estética, pode partir para a oncológica, de grande demanda no País. O cirurgião dermatológico trabalha com o diagnóstico, prevenção, manutenção e, claro, com os procedimentos cirúrgicos relacionados à neoplasia cutânea.

No Brasil, o câncer de pele não melanoma é o tipo mais comum, representando 33% ou 180 mil novos casos anualmente. Segundo o Instituto Nacional de Câncer (Inca), a estimativa é de que sejam registrados 165.580 casos em 2019, sendo 85.170 homens e 80.140 mulheres.

Embora mais raro, o melanoma tem uma taxa de mortalidade muito maior, por sua chances de metástase. Já o não melanoma é mais comum, mas pode deixar graves sequelas cutâneas se não for diagnosticado precocemente.

No entanto, apesar das altas taxas, o brasileiro ainda não criou o hábito de usar o filtro solar e se proteger com chapéus e óculos escuros. Acredite: 65% da população não aplica o protetor diariamente. A probabilidade é que essa taxa seja maior em pessoas mais idosas, que não adquiram o hábito quando jovens. O problema é que esse público mais velho é justamente o mais suscetível ao câncer de pele.

Os procedimentos são minimamente invasivos

Sabemos que qualquer procedimento invasivo é arriscado, principalmente cirurgias plásticas. Para alguns pacientes, a chance de ir para o centro cirúrgico apenas por fins estéticos é mínima. Isso ocorre porque, além da operação em si, muitos indivíduos têm medo de não acordar da anestesia.

No entanto, os procedimentos cirúrgicos dermatológicos são minimamente ou nem chegam a ser invasivos. A maioria só exige anestesia local e pouco tempo de recuperação.