A carreira de médico sempre foi bem-vista. Quantas pessoas você conhece que não sonhavam em ter um filho seguindo a profissão? Depois das batalhas do vestibular e da faculdade, você finalmente consegue pegar o diploma. Aí, bate aquele temor: será que o mercado de trabalho em Medicina é bom para quem está começando?

Quando você já tem muita experiência na área médica, fica mais fácil encontrar um novo emprego ou até abrir seu consultório. Mas para quem está começando e não tem uma pós ou residência, esse processo pode ser mais complicado.

Você está começando agora? Quer saber mais sobre o mercado de trabalho em Medicina? Continue a leitura:

Como anda o mercado de trabalho em Medicina?

A necessidade de médicos no Brasil ainda é bem alta – aliás, a relação oferta x demanda ainda é desequilibrada. Dados mostram que, em 2013, a quantidade de médicos residentes no País era apenas metade do que o necessário para suprir as necessidades da população. Esse déficit havia diminuído com o Mais Médicos, mas voltou a aumentar com o fim do programa.

Embora o número de profissionais ativos no mercado de trabalho médico tenha aumentado, ele ainda é baixo: apenas 2 profissionais a cada mil habitantes. A Região Sudeste conta com a maior proporção (2,81), enquanto a Norte é a com menos (1,16). É no Sudeste também que está a maior parte dos médicos (http://www.usp.br/agen/wp-content/uploads/DemografiaMedica30nov2015.pdf55%).

Embora o número de profissionais ativos no mercado de trabalho médico tenha aumentado, ele ainda é baixo: apenas 2 profissionais a cada mil habitantes. A Região Sudeste conta com a maior proporção (2,81), enquanto a Norte é a com menos (1,16). É no Sudeste também que está a maior parte dos médicos (55%).

A Federação Nacional dos Médicos (Fenam) recomenda que o salário mínimo do profissional seja de R$ 13.847 para 20 horas semanais de trabalho. A média é de R$16 mil.

O que profissionais tem feito para avançar na carreira?

Embora o mercado de trabalho em Medicina seja bem aquecido, os médicos andam buscando especializações para se destacar. Isso porque quase metade dos profissionais brasileiros atua como clínico geral.

A especialização permite o crescimento na carreira e, é claro, salários melhores. Além disso, o CFM considera a falta de qualificação algo preocupante, já que pode expor a população a um atendimento menos qualificado.

Quais são os tipos de qualificação que um médico pode ter?

Há duas formas de um médico se qualificar: a residência e a pós-graduação.

Na residência, o profissional precisa passar um por um processo seletivo bem concorrido. A partir daí, é necessário ter dedicação integral ao curso. No final, ele já sai com o título de especialista.

Já a pós-graduação é adequada para quem atua no mercado de trabalho em Medicina. Ela tem horários mais flexíveis e não exige dedicação integral. Portanto, o ideal é que você pesquise se a instituição escolhida oferece laboratórios e equipamentos de ponta, além de um corpo discente qualificado.